as manas

manas pela irmandade óbvia. pela irmandade visivelmente refletida em nossas faces. 

manas pela mesma descendência de mulheres e pela mesma linhagem que nos permitiu existir hoje e agora.

 

manas pela circular de palavras que nos conecta, nos engole e nos alimenta sem piedade, apenas com vontade.

 

manas pela vida que escolhemos. manas pela liberdade em ser quem somos. 

manas que compartilham uma mesma trilha, que se dividem na busca de seus próprios dizeres e se encontram em ressonância. 

mana, o “poder mágico” do ventre feminino que habita em todas nós, em nós, ele corre até as mãos. aqui, somos chakras alinhados das palavras que você quer dizer.

 

somos a ideia escrita, bem-dita, com o coração ditando as regras. 

não é tecnologia, é magia que mistura palavras com alma. em dose, cadência, tato e afago que, em síntese, servem ao único propósito de pulsar. 

 

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​CÁ ESTAMOS

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LÍVIA MOTA

corpo miúdo numa mente inquieta.

acredita em magia

e nas palavras como alquimia.

percebe a vida como escrevedora 

debruça avassaladora

no papel à caneta 

riso, lágrima e alguma borboleta. 

 

NATÁLIA MOTA

uma mistura de caos e cura

sou muitas e na escrita todas se encontram

despidas, loucas, metódicas, esperançosas

debruçadas em capturar um algo além

no papel sou uníssono delas

com a vontade de tocar alguém

 

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